Licenciado em Educação Física e Desporto (1994) e especialista em consciencialização corporal (1999), inicia as suas funções no desenvolvimento de trabalhos artísticos com pessoas com deficiência com a criação da Roda Viva Cia. de Dança em Natal, Rio Grande do Norte (no Brasil).
Em 1997, ainda na Roda Viva, representa o Brasil no “I Festival Internacional de Dança em Cadeira de Rodas” (em Boston-USA), onde a companhia começa a atrair a atenção internacional, sendo a primeira a atingir a profissionalização de pessoas com deficiência no Brasil.
Em 1999 ingressa no Mestrado em Performance Artística – Dança na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa onde começa a desenvolver, no âmbito académico, o conceito de Dança Inclusiva. Tal conceito propõe uma abordagem inovadora e agregadora sobre a participação de pessoas com e sem deficiência no panorama artístico e cultural global. Neste mesmo ano, envolve-se como supervisor na criação de uma segunda companhia de Dança Inclusiva em Diadema (São Paulo), a Cia. Experimental – Grupo Mão na Roda.
No ano de 2000 é convidado pela Direção Regional de Educação Especial e Reabilitação da Região Autónoma da Madeira para ministrar um conjunto de workshops de Dança Inclusiva que mais tarde dariam lugar ao surgimento do Projeto Piloto Dançando com a Diferença e mais tarde a Associação homónima e independente.
Em 2002, conclui e apresenta a sua dissertação de Mestrado lançando assim o conceito de Dança Inclusiva, utilizado hoje em Portugal, no Brasil, na Espanha e no Reino Unido.
Como Diretor Artístico já esteva à frente de projetos em diferentes âmbitos, destacam-se a criação de Grotox (para a Casa da Música, Porto) e ENDLESS (um projeto europeu de aprendizagem ao longo da vida).
A aproximação de importantes coreógrafos brasileiros e portugueses à realidade da deficiência, acontece através dos trabalhos de Amoedo. Destacam-se Luis Arrieta, Henrique Rodovalho, Clara Andermatt, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Rui Lopes Graça e Tânia Carvalho, entre outros.